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    16 October, 2018
  • Centro Cultural Justiça Federal
  • A terceira exposição visitada semana passada já se encerrou. Kilombo: A África que Habita em Nós, da fotógrafa bolivio-americana Maria Daniel Balcazar, não foi nada menos do que espetacular. Não só pela eficiência com que abordou toda a influência da cultura africana, mas também pela beleza do trabalho desempenhado. Ao entrar no espaço somos recebidos com música e uma pequena tela com as fotos sendo projetadas. Na 1a e menor galeria, Balcazar faz o papel de artista inserida na sociedade. Mesmo com a intenção de trazer retratos cotidianos, a utilização de mais de um plano em destaque aumenta o realismo da imagem. Podemos trazer como exemplos “Pequena África: Passo a Passo em Pedra”, realizada no bairro da Saúde no Rio de Janeiro (im. 1) e em “Uma Visão de Paz”, na Penha, também Rio de Janeiro (im. 2). A artista não se limita ao subúrbio carioca, indo em direção à Baixada Fluminense. Ainda na primeira galeria, em fotografia produzida no município de Queimados, nova crítica a nosso momento enquanto sociedade com a obra “Galopamos para Tempos Tempestuosos” (im. 3). Até que chegamos na 2a galeria (im. 4), com toque mais artístico e reconstituições de costumes afro-brasileiros que precisam ser valorizados para que não tenhamos que resgatá-los em futuro breve. Ainda na Baixada, a maravilhosa obra “Resistência”, produzida na Fazenda São bernardino, em Nova Iguaçu (im. 5). Já em Salvador e no interior da Bahia, a fotógrafa nos leva por caminhos direcionados às religiões, que mesmo de origens de diferentes continentes, merecem existir em conjunto. Este é o tom das obras que dialogam: “Coexistência” e “Um Lugar Sagrado para Chamar de Nosso” (im. 6), denotando as influências sobrepostas entre o catolicismo e religiões de matriz africana. Balcazar ainda passa pelo interior da Bahia e de Minas Gerais, bem como pela Costa Verde do Rio de Janeiro, onde está a obra selecionada para encerrar a análise, “Mangue”. Sintetizar mostra tão emblemática como Kilombo em curto espaço como esse não foi fácil. A exposição se encerrou dia 14 e espero rever o trabalho de Maria Daniel Balcaza em breve. #artesvisuais #fotografia #centroculturaljustiçafederal #ccjf #exposição #agendacultural
    A terceira exposição visitada semana passada já se encerrou. Kilombo: A África que Habita em Nós, da fotógrafa bolivio-americana Maria Daniel Balcazar, não foi nada menos do que espetacular. Não só pela eficiência com que abordou toda a influência da cultura africana, mas também pela beleza do trabalho desempenhado.

Ao entrar no espaço somos recebidos com música e uma pequena tela com as fotos sendo projetadas. Na 1a e menor galeria, Balcazar faz o papel de artista inserida na sociedade. Mesmo com a intenção de trazer retratos cotidianos, a utilização de mais de um plano em destaque aumenta o realismo da imagem. Podemos trazer como exemplos “Pequena África: Passo a Passo em Pedra”, realizada no bairro da Saúde no Rio de Janeiro (im. 1) e em “Uma Visão de Paz”, na Penha, também Rio de Janeiro (im. 2). A artista não se limita ao subúrbio carioca, indo em direção à Baixada Fluminense. Ainda na primeira galeria, em fotografia produzida no município de Queimados, nova crítica a nosso momento enquanto sociedade com a obra “Galopamos para Tempos Tempestuosos” (im. 3). Até que chegamos na 2a galeria (im. 4), com toque mais artístico e reconstituições de costumes afro-brasileiros que precisam ser valorizados para que não tenhamos que resgatá-los em futuro breve. Ainda na Baixada, a maravilhosa obra “Resistência”, produzida na Fazenda São bernardino, em Nova Iguaçu (im. 5). Já em Salvador e no interior da Bahia, a fotógrafa nos leva por caminhos direcionados às religiões, que mesmo de origens de diferentes continentes, merecem existir em conjunto. Este é o tom das obras que dialogam: “Coexistência” e “Um Lugar Sagrado para Chamar de Nosso” (im. 6), denotando as influências sobrepostas entre o catolicismo e religiões de matriz africana.

Balcazar ainda passa pelo interior da Bahia e de Minas Gerais, bem como pela Costa Verde do Rio de Janeiro, onde está a obra selecionada para encerrar a análise, “Mangue”. Sintetizar mostra tão emblemática como Kilombo em curto espaço como esse não foi fácil. A exposição se encerrou dia 14 e espero rever o trabalho de Maria Daniel Balcaza em breve. #artesvisuais #fotografia #centroculturaljustiçafederal #ccjf #exposição #agendacultural

    A terceira exposição visitada semana passada já se encerrou. Kilombo: A África que Habita em Nós, da fotógrafa bolivio-americana Maria Daniel Balcazar, não foi nada menos do que espetacular. Não só pela eficiência com que abordou toda a influência da cultura africana, mas também pela beleza do trabalho desempenhado.

    Ao entrar no espaço somos recebidos com música e uma pequena tela com as fotos sendo projetadas. Na 1a e menor galeria, Balcazar faz o papel de artista inserida na sociedade. Mesmo com a intenção de trazer retratos cotidianos, a utilização de mais de um plano em destaque aumenta o realismo da imagem. Podemos trazer como exemplos “Pequena África: Passo a Passo em Pedra”, realizada no bairro da Saúde no Rio de Janeiro (im. 1) e em “Uma Visão de Paz”, na Penha, também Rio de Janeiro (im. 2). A artista não se limita ao subúrbio carioca, indo em direção à Baixada Fluminense. Ainda na primeira galeria, em fotografia produzida no município de Queimados, nova crítica a nosso momento enquanto sociedade com a obra “Galopamos para Tempos Tempestuosos” (im. 3). Até que chegamos na 2a galeria (im. 4), com toque mais artístico e reconstituições de costumes afro-brasileiros que precisam ser valorizados para que não tenhamos que resgatá-los em futuro breve. Ainda na Baixada, a maravilhosa obra “Resistência”, produzida na Fazenda São bernardino, em Nova Iguaçu (im. 5). Já em Salvador e no interior da Bahia, a fotógrafa nos leva por caminhos direcionados às religiões, que mesmo de origens de diferentes continentes, merecem existir em conjunto. Este é o tom das obras que dialogam: “Coexistência” e “Um Lugar Sagrado para Chamar de Nosso” (im. 6), denotando as influências sobrepostas entre o catolicismo e religiões de matriz africana.

    Balcazar ainda passa pelo interior da Bahia e de Minas Gerais, bem como pela Costa Verde do Rio de Janeiro, onde está a obra selecionada para encerrar a análise, “Mangue”. Sintetizar mostra tão emblemática como Kilombo em curto espaço como esse não foi fácil. A exposição se encerrou dia 14 e espero rever o trabalho de Maria Daniel Balcaza em breve. #artesvisuais #fotografia #centroculturaljustiçafederal #ccjf #exposição #agendacultural

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