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índios - 24.1k posts

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  • SAIRAM DE LÁ, VIERAM PRÁ CÁ,
MOSTRARAM A CRUZ PARA O ÍNDIO ACALMAR.
PRESENTES MOSTRARAM E AO ÍNDIO ACALMOU.

E LOGO A ESPADA A CRUZ DECEPOU. 
TOMARAM AS TERRAS MUDARAM SEUS NOMES.

PEGARAM RIQUEZAS, TAMBEM AS MULHERES.

MESTIÇOS NASCERAM E MUITOS MORRERAM DE MUITAS DOENÇAS E TAMBEM DE GUERRA. 
MAS, SE FOSSEM CRISTÃOS 🙏
NÃO FARIAM ISTO NÃO!! DISSERAM PRA GENTE QUE IA SER DIFERENTE SE NÓS ACEITÁSSEMOS SUA AMIZADE.

QUEIMARAM AS ALDEIAS E NO LUGAR DELAS FORAM CONSTRUINDO UMA TAL DE CIDADE. 
CRIARAM AMBIENTE MUITO DIFERENTE
DAQUELE QUE A GENTE SEMPRE CONSERVOU.

E HOJE PERDEMOS NOSSA LIBERDADE
E A TERRA QUE ERA NOSSA CASA, ROUBOU. 
MAS, SE FOSSEM CRISTÃOS 🙏
NÃO FARIAM ISTO NÃO!! NÓS NÃO TEMOS CRECHES, NÃO TEMOS AZILOS
HONRAR PAI E MÃE É O QUE TUPANÃ ENSINOU. 
O QUE VEM DA TERRA É SÓ UMA RIQUEZA
E ISTO É MATÉRIA. 
SE MORRER, DEIXAMOS.

ESPIRITUAIS SÃO AS EXCENCIAIS
QUE QUANDO MORRER VAMOS PARA EWARÉ LUGAR SAGRADO. .
.
Música e a letra We’e’ena TIKUNA 
CD - Encanto Indígena .
.
. SOMOS A RESISTÊNCIA!!
.
.📸 @antoncarballoviolin .
#weenatikuna #índios #tikuna #povosindigenas #naturezaperfeita #brasil🇧🇷 #amazonas #grafismoindigena #marchadasmulheresindigenas
  • SAIRAM DE LÁ, VIERAM PRÁ CÁ,
    MOSTRARAM A CRUZ PARA O ÍNDIO ACALMAR.
    PRESENTES MOSTRARAM E AO ÍNDIO ACALMOU.

    E LOGO A ESPADA A CRUZ DECEPOU.
    TOMARAM AS TERRAS MUDARAM SEUS NOMES.

    PEGARAM RIQUEZAS, TAMBEM AS MULHERES.

    MESTIÇOS NASCERAM E MUITOS MORRERAM DE MUITAS DOENÇAS E TAMBEM DE GUERRA.
    MAS, SE FOSSEM CRISTÃOS 🙏
    NÃO FARIAM ISTO NÃO!! DISSERAM PRA GENTE QUE IA SER DIFERENTE SE NÓS ACEITÁSSEMOS SUA AMIZADE.

    QUEIMARAM AS ALDEIAS E NO LUGAR DELAS FORAM CONSTRUINDO UMA TAL DE CIDADE.
    CRIARAM AMBIENTE MUITO DIFERENTE
    DAQUELE QUE A GENTE SEMPRE CONSERVOU.

    E HOJE PERDEMOS NOSSA LIBERDADE
    E A TERRA QUE ERA NOSSA CASA, ROUBOU.
    MAS, SE FOSSEM CRISTÃOS 🙏
    NÃO FARIAM ISTO NÃO!! NÓS NÃO TEMOS CRECHES, NÃO TEMOS AZILOS
    HONRAR PAI E MÃE É O QUE TUPANÃ ENSINOU.
    O QUE VEM DA TERRA É SÓ UMA RIQUEZA
    E ISTO É MATÉRIA.
    SE MORRER, DEIXAMOS.

    ESPIRITUAIS SÃO AS EXCENCIAIS
    QUE QUANDO MORRER VAMOS PARA EWARÉ LUGAR SAGRADO. .
    .
    Música e a letra We’e’ena TIKUNA
    CD - Encanto Indígena .
    .
    . SOMOS A RESISTÊNCIA!!
    .
    .📸 @antoncarballoviolin .
    #weenatikuna #índios #tikuna #povosindigenas #naturezaperfeita #brasil 🇧🇷 #amazonas #grafismoindigena #marchadasmulheresindigenas
  • 3,029 105 7 August, 2019
  • Hoje, 19 de Abril, não é só Sexta Santa. É também dia do Índio. 
Por causa do feriado religioso de hoje que impede as "celebrações" sobre dia do Índio hoje nas escolas, aposto que seus filhos pequenos, sobrinhos, primos ou qualquer criança próxima a ti deve ter chegado em casa ontem ou quarta com o rosto pintado, uma tanguinha feita de papel pardo ou crepom e um cocá de penas falsas ou cartolina colorida. 
Costume enraizado esse de se fantasiar de índio. Eu também fiz isso quando estava na escola.
Essa semana falei sobre Blackface com meus alunos. Falei o quão racista é se fantasiar de uma etnia. Mas se esse não for um debate comum a todos aqui, vou explicar: no caso dos índios, o que nós estamos ensinando às nossas crianças quando vestimos elas da forma que descrevi e dizemos que índios fazem a dança da chuva e barulhos estranhos? Estamos ensinando sobre respeito aos povos originários do nosso território ou só estamos reproduzindo estereótipos de animalização que retiram o índio a capacidade de viver em sociedade? 
Você deve ter morrido de amores em ver a criança que você ama fantasiada e não deve se sentir culpada por isso. Mas nós, que compomos instituição de ensino, precisamos urgentemente dar fim a esse tipo de "homenagem". A criança que fantasia de índio é a mesma que, quando crescer, vai reproduzir falar como "índios são mercenários! Só ligam para terra", "são uns selvagens que não sabem viver em sociedade e metem flecha em tudo". Ou, no carnaval, vai reproduzir a mesma fantasia da infância, mas com uma enorme marca de hiperssexualização. Quando pegamos no pé dessas fantasias no carnaval, dizem que "o mundo ta chato", que as pessoas "só querem se divertir" e aquilo "é só uma brincadeira". Lembremos de todas as indígenas estupradas para construir nossa "Democracia Racial"!! Isso não é engraçado! 
Para finalizar, nós vivemos no mesmo país que fantasia crianças no dia 19 de Abril, se fantasia no carnaval, e queima índio vivo. Hoje completa 22 anos da morte de Galdino Jesus dos Santos, queimado vivo em uma parada de ônibus na Asa Sul, em 1997, por um grupo de jovens classe média alta que "só queria se divertir" e disseram que "foi só uma brincadeira".
  • Hoje, 19 de Abril, não é só Sexta Santa. É também dia do Índio.
    Por causa do feriado religioso de hoje que impede as "celebrações" sobre dia do Índio hoje nas escolas, aposto que seus filhos pequenos, sobrinhos, primos ou qualquer criança próxima a ti deve ter chegado em casa ontem ou quarta com o rosto pintado, uma tanguinha feita de papel pardo ou crepom e um cocá de penas falsas ou cartolina colorida.
    Costume enraizado esse de se fantasiar de índio. Eu também fiz isso quando estava na escola.
    Essa semana falei sobre Blackface com meus alunos. Falei o quão racista é se fantasiar de uma etnia. Mas se esse não for um debate comum a todos aqui, vou explicar: no caso dos índios, o que nós estamos ensinando às nossas crianças quando vestimos elas da forma que descrevi e dizemos que índios fazem a dança da chuva e barulhos estranhos? Estamos ensinando sobre respeito aos povos originários do nosso território ou só estamos reproduzindo estereótipos de animalização que retiram o índio a capacidade de viver em sociedade?
    Você deve ter morrido de amores em ver a criança que você ama fantasiada e não deve se sentir culpada por isso. Mas nós, que compomos instituição de ensino, precisamos urgentemente dar fim a esse tipo de "homenagem". A criança que fantasia de índio é a mesma que, quando crescer, vai reproduzir falar como "índios são mercenários! Só ligam para terra", "são uns selvagens que não sabem viver em sociedade e metem flecha em tudo". Ou, no carnaval, vai reproduzir a mesma fantasia da infância, mas com uma enorme marca de hiperssexualização. Quando pegamos no pé dessas fantasias no carnaval, dizem que "o mundo ta chato", que as pessoas "só querem se divertir" e aquilo "é só uma brincadeira". Lembremos de todas as indígenas estupradas para construir nossa "Democracia Racial"!! Isso não é engraçado!
    Para finalizar, nós vivemos no mesmo país que fantasia crianças no dia 19 de Abril, se fantasia no carnaval, e queima índio vivo. Hoje completa 22 anos da morte de Galdino Jesus dos Santos, queimado vivo em uma parada de ônibus na Asa Sul, em 1997, por um grupo de jovens classe média alta que "só queria se divertir" e disseram que "foi só uma brincadeira".
  • 845 43 19 April, 2019
  • Estarei na FLIP neste Sábado (13/07) em Paraty- RJ.
@coletivosomarparaty 
17:00 Roda de Conversa: "Mulheres Indígenas, a Força da Ancestralidade" com mulheres das Aldeias Araponga, Itaxin Mirim e Rio Pequeno de Paraty, Aldeia Sapukai de Angra dos Reis e We'E'ena Tikuna. "Guarani Mbya, Guarani Kaiowá, Tikuna, Pataxó...se tem uma questão que une essas etnias indígenas é a força de suas mulheres.
Elas são a base de qualquer aldeia, suas raízes são fortes, são raízes profundas.
É delas a função de cuidar da família.
Do nascimento, em suas casas de parto e depois, orientando a passagem da criança à adolescência​.
Suas mãos de guerreiras, passam pela educação das crianças, pelo artesanato que gera a renda e pela alimentação que sustenta a aldeia.
Elas cuidam dos mais velhos, preservam os rituais, passando o ensinamento de geração em geração, preservando assim a ancestralidade.
Espiritualmente fortes, organizadas e muito unidas, é delas a função de dar o suporte aos caciques e Pages em seus rituais.
Para além dos limites da aldeia, temos fortes lideranças indígenas femininas, que ultrapassam as barreiras e voam pelo mundo em busca do conhecimento que possa auxiliar na defesa de seu território.
São mães, filhas, netas, bisnetos, avós, bisavós... são rezadeiras, são parteiras, são doulas.. são caciques, são pages, são a base...mas acima de tudo são MULHERES!
Estão todos convidados em fazer da roda de conversa conosco. 
@flip_se 
#paraty #flip #weenatikuna #mulheresindigenas #índios #flip2019
  • Estarei na FLIP neste Sábado (13/07) em Paraty- RJ.
    @coletivosomarparaty
    17:00 Roda de Conversa: "Mulheres Indígenas, a Força da Ancestralidade" com mulheres das Aldeias Araponga, Itaxin Mirim e Rio Pequeno de Paraty, Aldeia Sapukai de Angra dos Reis e We'E'ena Tikuna. "Guarani Mbya, Guarani Kaiowá, Tikuna, Pataxó...se tem uma questão que une essas etnias indígenas é a força de suas mulheres.
    Elas são a base de qualquer aldeia, suas raízes são fortes, são raízes profundas.
    É delas a função de cuidar da família.
    Do nascimento, em suas casas de parto e depois, orientando a passagem da criança à adolescência​.
    Suas mãos de guerreiras, passam pela educação das crianças, pelo artesanato que gera a renda e pela alimentação que sustenta a aldeia.
    Elas cuidam dos mais velhos, preservam os rituais, passando o ensinamento de geração em geração, preservando assim a ancestralidade.
    Espiritualmente fortes, organizadas e muito unidas, é delas a função de dar o suporte aos caciques e Pages em seus rituais.
    Para além dos limites da aldeia, temos fortes lideranças indígenas femininas, que ultrapassam as barreiras e voam pelo mundo em busca do conhecimento que possa auxiliar na defesa de seu território.
    São mães, filhas, netas, bisnetos, avós, bisavós... são rezadeiras, são parteiras, são doulas.. são caciques, são pages, são a base...mas acima de tudo são MULHERES!
    Estão todos convidados em fazer da roda de conversa conosco.
    @flip_se
    #paraty #flip #weenatikuna #mulheresindigenas #índios #flip2019
  • 1,828 44 10 July, 2019

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  • É carnaval, " mas quem tem fome, tem pressa", já dizia o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. Notícia da @agenciaenvolverde.

ONG Ação da Cidadania entrega alimentos
 para índios abandonados pela Funai

Criada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, a ONG Ação da Cidadania entregou neste domingo, 23/02, em Dourados, no Mato Grosso do Sul, 10 toneladas de alimentos não perecíveis para mais de 2.100 famílias indígenas Guarani e Kaiowá, localizadas em áreas de retomada ou em acampamentos às margens de rodovias locais. Famílias destas etnias estão, desde o início do ano, sem receber a ajuda de cestas básicas que eram fornecidas regularmente pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) com apoio da Funai. Os alimentos serão entregues a partir de um caminhão que chegará de Minas Gerais.
Desde o início de 2020 a Funai parou de ajudar inviabilizando a distribuição de alimentos essenciais para a sobrevivência destas famílias colocando-as em risco grave de insegurança alimentar. São crianças, mulheres e idosos abandonados por conta de uma disputa política e judicial provocada pelo governo federal.
"Quando chegou a nós a notícia do absurdo que está ocorrendo com os índios em MS, imediatamente entramos em contato com o MPF local para entender como podíamos ajudar. Uma imensa rede de solidariedade de entidades locais se juntou para nos ajudar a fazer chegar cestas para estas famílias vergonhosamente deixadas de lado pelo poder público. Usar a fome como instrumento para forçar uma decisão é das coisas mais desumanas que vi nos últimos tempos, coisas dos tempos sombrios que vivemos nestes últimos anos." diz Rodrigo Afonso, Diretor Executivo da Ação da Cidadania
A Ação da Cidadania tem se consolidado ao longo dos últimos anos como entidade de apoio a vítimas de tragédias como as de Mariana e Brumadinho, além das chuvas ocorridas em 2018 e 2019, enviando centenas de toneladas de alimentos para apoiar as vítimas destas tragédias.

#açãodacidadania #betinho #quemtemfometempressa #índios #indígenas #povosoriginários #dourados #matogrossodosul #ms
  • É carnaval, " mas quem tem fome, tem pressa", já dizia o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. Notícia da @agenciaenvolverde.

    ONG Ação da Cidadania entrega alimentos
    para índios abandonados pela Funai

    Criada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, a ONG Ação da Cidadania entregou neste domingo, 23/02, em Dourados, no Mato Grosso do Sul, 10 toneladas de alimentos não perecíveis para mais de 2.100 famílias indígenas Guarani e Kaiowá, localizadas em áreas de retomada ou em acampamentos às margens de rodovias locais. Famílias destas etnias estão, desde o início do ano, sem receber a ajuda de cestas básicas que eram fornecidas regularmente pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) com apoio da Funai. Os alimentos serão entregues a partir de um caminhão que chegará de Minas Gerais.
    Desde o início de 2020 a Funai parou de ajudar inviabilizando a distribuição de alimentos essenciais para a sobrevivência destas famílias colocando-as em risco grave de insegurança alimentar. São crianças, mulheres e idosos abandonados por conta de uma disputa política e judicial provocada pelo governo federal.
    "Quando chegou a nós a notícia do absurdo que está ocorrendo com os índios em MS, imediatamente entramos em contato com o MPF local para entender como podíamos ajudar. Uma imensa rede de solidariedade de entidades locais se juntou para nos ajudar a fazer chegar cestas para estas famílias vergonhosamente deixadas de lado pelo poder público. Usar a fome como instrumento para forçar uma decisão é das coisas mais desumanas que vi nos últimos tempos, coisas dos tempos sombrios que vivemos nestes últimos anos." diz Rodrigo Afonso, Diretor Executivo da Ação da Cidadania
    A Ação da Cidadania tem se consolidado ao longo dos últimos anos como entidade de apoio a vítimas de tragédias como as de Mariana e Brumadinho, além das chuvas ocorridas em 2018 e 2019, enviando centenas de toneladas de alimentos para apoiar as vítimas destas tragédias.

    #açãodacidadania #betinho #quemtemfometempressa #índios #indígenas #povosoriginários #dourados #matogrossodosul #ms
  • 13 0 24 February, 2020
  • Eles merecem todo respeito #índios
  • Eles merecem todo respeito #índios
  • 231 5 23 February, 2020
  • A questão da apropriação cultural no carnaval já vinha sendo pauta, mas na semana passada ganhou ainda mais força com a atriz Alessandra Negrini usando fantasia de índia em desfile de bloco de rua. .
.
A apropriação cultural é a utilização da cultura de um grupo, geralmente marginalizado e discriminado, por pessoas que não fazem parte dele. .
.
Isso acontece não somente com os índios, mas também com a cultura africana e outras etnias, profissões e condições sociais. .
.
Alguns ativistas dizem que há desrespeito, outros alegam ser uma forma de homenagear e
empoderar, pois, qualquer fantasia de carnaval remete a alguém ou alguma coisa, caso contrário, deveria se cancelar os festejos carnavalescos, inclusive em escolas de samba. .
.
Fala-se em não utilização de fantasias ligadas aos orixás, em virtude da agressão às religiões de matriz africana. Mas há muito se vê também nos carnavais a utilização de fantasias de padres, freiras e pastores, e nunca se levantou a questão tão fortemente. .
.
No sábado, por exemplo, tivemos o desfile da Mocidade Alegre, de São Paulo, em que o enredo foram os orixás femininos como representantes da força para a salvação do mundo. Esplêndida, por sinal! Já no Rio de Janeiro, teremos a Mangueira falando da volta de Jesus Cristo, a Grande Rio contando a história de um famoso babalorixá de Camdomblé e a Portela falará dos índios que povoavam o RJ. Podemos considerar tudo isso apropriação cultural? Ou apenas no carnaval de rua? É diferente a visão dependendo do lugar?
.
.
O que você acha sobre o assunto? Acha que isso desvaloriza esses grupos, esvaziando sua cultura e sua luta, ou acha que é uma forma de homenagear e chamar a atenção aos problemas deles?
.
.
Queremos saber sua opinião!
.
.
#LAjurídico #LefevreAlencar #Advocacia #advogadosdesantos #advogadosemsantos #advogadotrabalhista #direitodotrabalho #direitodotrabalhador #direitotrabalhista #direitoprevidenciario #direitodefamilia #direitocivil #direitodoconsumidor #013 #santos #dicajuridica #santos/sp #santoscity #baixadasantista #apropriaçãocultural #índios #alessandranegrini #carnaval2020
.
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LEFEVRE & ALENCAR 
Advocacia e Consultoria Jurídica .
.
📸 © AGNews, Thiago Duran
  • A questão da apropriação cultural no carnaval já vinha sendo pauta, mas na semana passada ganhou ainda mais força com a atriz Alessandra Negrini usando fantasia de índia em desfile de bloco de rua. .
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    A apropriação cultural é a utilização da cultura de um grupo, geralmente marginalizado e discriminado, por pessoas que não fazem parte dele. .
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    Isso acontece não somente com os índios, mas também com a cultura africana e outras etnias, profissões e condições sociais. .
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    Alguns ativistas dizem que há desrespeito, outros alegam ser uma forma de homenagear e
    empoderar, pois, qualquer fantasia de carnaval remete a alguém ou alguma coisa, caso contrário, deveria se cancelar os festejos carnavalescos, inclusive em escolas de samba. .
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    Fala-se em não utilização de fantasias ligadas aos orixás, em virtude da agressão às religiões de matriz africana. Mas há muito se vê também nos carnavais a utilização de fantasias de padres, freiras e pastores, e nunca se levantou a questão tão fortemente. .
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    No sábado, por exemplo, tivemos o desfile da Mocidade Alegre, de São Paulo, em que o enredo foram os orixás femininos como representantes da força para a salvação do mundo. Esplêndida, por sinal! Já no Rio de Janeiro, teremos a Mangueira falando da volta de Jesus Cristo, a Grande Rio contando a história de um famoso babalorixá de Camdomblé e a Portela falará dos índios que povoavam o RJ. Podemos considerar tudo isso apropriação cultural? Ou apenas no carnaval de rua? É diferente a visão dependendo do lugar?
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    O que você acha sobre o assunto? Acha que isso desvaloriza esses grupos, esvaziando sua cultura e sua luta, ou acha que é uma forma de homenagear e chamar a atenção aos problemas deles?
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    Queremos saber sua opinião!
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    #LAjurídico #LefevreAlencar #Advocacia #advogadosdesantos #advogadosemsantos #advogadotrabalhista #direitodotrabalho #direitodotrabalhador #direitotrabalhista #direitoprevidenciario #direitodefamilia #direitocivil #direitodoconsumidor #013 #santos #dicajuridica #santos /sp #santoscity #baixadasantista #apropriaçãocultural #índios #alessandranegrini #carnaval2020
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    LEFEVRE & ALENCAR
    Advocacia e Consultoria Jurídica .
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    📸 © AGNews, Thiago Duran
  • 31 4 23 February, 2020
  • Amigos, em 2017 promovemos a primeira audiência pública para debater "A Liberdade Econômica dos Índios Brasileiros", onde discutimos a produção e a exploração em àreas indígenas. Ouvimos diretamente os #índios e não intermediários para saber o que eles pensam sobre o assunto. E sabe o que a maioria dos líderes #indígenas quer? Produzir e ter a sua própria renda. Ter dignidade e ser respeitado! O Congresso Nacional precisa levar adiante essa pauta!
  • Amigos, em 2017 promovemos a primeira audiência pública para debater "A Liberdade Econômica dos Índios Brasileiros", onde discutimos a produção e a exploração em àreas indígenas. Ouvimos diretamente os #índios e não intermediários para saber o que eles pensam sobre o assunto. E sabe o que a maioria dos líderes #indígenas quer? Produzir e ter a sua própria renda. Ter dignidade e ser respeitado! O Congresso Nacional precisa levar adiante essa pauta!
  • 23 0 23 February, 2020
  • Governo vai entrar com ação para retirar índios do bairro Centenário
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Algumas barracas de lona já foram trocadas por casas de madeira, mas índios poderão ser removidos para o bairro Zootecnia
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Para saber mais, link na bio.
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#jornalfn #índios #moradia #Montenegro #casa
  • Governo vai entrar com ação para retirar índios do bairro Centenário

    Algumas barracas de lona já foram trocadas por casas de madeira, mas índios poderão ser removidos para o bairro Zootecnia

    Para saber mais, link na bio.

    #jornalfn #índios #moradia #Montenegro #casa
  • 17 2 21 February, 2020
  • Nesta sexta-feira, 21, o gabinete da Presidência do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec) foi palco para assinatura de mais uma termo de cooperação técnica para viabilização de campo de estágio para os alunos da rede.

Desta vez, a parceria foi firmada com a Casa de Saúde Indígena (Casai), que receberá, inicialmente, alunos do curso Técnico de Nutrição e Dietética para que, ali passem por avaliações de conclusão de curso.

Ali, são ofertados atendimentos aos povos indígenas nas áreas de enfermagem, nutrição, fisioterapia, odontologia e assistência social.

Durante a agenda com o presidente do Ieptec, Francineudo Costa, o chefe da Casai, Aquino Gomes, anunciou que o estabelecimento está de portas abertas para receber também alunos concludentes de cursos nas áreas de enfermagem e odontologia, entre outras.

A Casai faz parte da estrutura da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Realiza, em média, um atendimento de 80 a 100 pacientes indígenas por mês.

O estabelecimento é referência para 127 aldeias indígenas e, também, para as aldeias de jurisprudência do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Alto Juruá.
  • Nesta sexta-feira, 21, o gabinete da Presidência do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec) foi palco para assinatura de mais uma termo de cooperação técnica para viabilização de campo de estágio para os alunos da rede.

    Desta vez, a parceria foi firmada com a Casa de Saúde Indígena (Casai), que receberá, inicialmente, alunos do curso Técnico de Nutrição e Dietética para que, ali passem por avaliações de conclusão de curso.

    Ali, são ofertados atendimentos aos povos indígenas nas áreas de enfermagem, nutrição, fisioterapia, odontologia e assistência social.

    Durante a agenda com o presidente do Ieptec, Francineudo Costa, o chefe da Casai, Aquino Gomes, anunciou que o estabelecimento está de portas abertas para receber também alunos concludentes de cursos nas áreas de enfermagem e odontologia, entre outras.

    A Casai faz parte da estrutura da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Realiza, em média, um atendimento de 80 a 100 pacientes indígenas por mês.

    O estabelecimento é referência para 127 aldeias indígenas e, também, para as aldeias de jurisprudência do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Alto Juruá.
  • 40 1 21 February, 2020