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  • Coisa mais fofa passando na sua tela 😁
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  • 1,500 15 15 March, 2019
  • Diante do sucesso de muitos personagens de desenhos, alguns ilustradores se inspiram neles e resolvem criar versões que mostram como eles seriam em uma versão mais velha. Essas ilustrações, seguem sempre o estilo, a personalidade e alguns traços essenciais, para transformar esses personagens com muita criatividade, originalidade e que despertam a imaginação de qualquer um.
Você confere a seguir, alguns exemplos de imagens que mostram como seriam os personagens de desenhos em uma versão mais velha e como eles realmente se transformariam se envelhecessem.

#pixar #disney #crescidos #curiosidade #entreterimento #desenho #animacao #humor
  • Diante do sucesso de muitos personagens de desenhos, alguns ilustradores se inspiram neles e resolvem criar versões que mostram como eles seriam em uma versão mais velha. Essas ilustrações, seguem sempre o estilo, a personalidade e alguns traços essenciais, para transformar esses personagens com muita criatividade, originalidade e que despertam a imaginação de qualquer um.
    Você confere a seguir, alguns exemplos de imagens que mostram como seriam os personagens de desenhos em uma versão mais velha e como eles realmente se transformariam se envelhecessem.

    #pixar #disney #crescidos #curiosidade #entreterimento #desenho #animacao #humor
  • 427 2 1 March, 2019
  • Assista a aula completa em meu Canal🧡 🍃 Link na Bio!
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  • 811 72 19 March, 2019

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  • Com novos desafios surgem várias dúvidas, por isso iremos esclarecer algumas dúvidas sobre nosso novo desafio #ReinoDaDiversao. Confira em nosso #STORY 🤡🎠
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  • 4 1 16 minutes ago
  • O estúdio Illumination Entertainment vem mostrando a sua diversidade ao produzir diferentes animações para o público infantil com estilo e visual artístico únicos.

Ao compararmos com a versão com Jim Carrey atuando como Grinch com novo longa animado, percebemos modificações a fim de narrar uma história mais atual, mas sem sair do foco de criticar e refletir sobre o consumismo e o verdadeiro significado do Natal.

O filme traz diálogos cômicos mais suaves, faz referências a memes e usa frases de efeito que encaixam com a narrativa como, por exemplo, o famoso grito da cabra que aparece quando o Grinch toca o berrante para chamar as renas. Apesar da atualização das piadas manterem a diversão de um público mais família, nem todas funcionam com tanta perfeição no filme.

A composição musical traz o rapper Tyler, the Creator, como compositor da música tema “You’re a Mean One, Mr. Grinch”. Além disso, o cantor Pharrell Williams também participa da roda e traz a sua voz para a personagem do narrador, e marcando presença na trilha sonora com a música “Happy”. A Disney não é a única a escolher dubladores que não possuem uma química com seus personagens, mas ela erra com frequência. Um exemplo é a animação Enrolados (2010), na qual o protagonista Flynn Rider com a voz original do ator Zachary Levi foi dublado pelo Luciano Huck. Em O Grinch, o Lázaro Ramos empresta a sua voz para a personagem principal. Diferente de Enrolados, pelo menos, conseguimos ouvir a voz sem estranheza, mas é notável a diferença de tom em relação a dublagem que Benedict Cumberbatch traz ao personagem.
-
Nota: ★★★
Escrito por Ana Marta (@anmartta)
Revisado por Ana Cristina (@anacristofari)
  • O estúdio Illumination Entertainment vem mostrando a sua diversidade ao produzir diferentes animações para o público infantil com estilo e visual artístico únicos.

    Ao compararmos com a versão com Jim Carrey atuando como Grinch com novo longa animado, percebemos modificações a fim de narrar uma história mais atual, mas sem sair do foco de criticar e refletir sobre o consumismo e o verdadeiro significado do Natal.

    O filme traz diálogos cômicos mais suaves, faz referências a memes e usa frases de efeito que encaixam com a narrativa como, por exemplo, o famoso grito da cabra que aparece quando o Grinch toca o berrante para chamar as renas. Apesar da atualização das piadas manterem a diversão de um público mais família, nem todas funcionam com tanta perfeição no filme.

    A composição musical traz o rapper Tyler, the Creator, como compositor da música tema “You’re a Mean One, Mr. Grinch”. Além disso, o cantor Pharrell Williams também participa da roda e traz a sua voz para a personagem do narrador, e marcando presença na trilha sonora com a música “Happy”. A Disney não é a única a escolher dubladores que não possuem uma química com seus personagens, mas ela erra com frequência. Um exemplo é a animação Enrolados (2010), na qual o protagonista Flynn Rider com a voz original do ator Zachary Levi foi dublado pelo Luciano Huck. Em O Grinch, o Lázaro Ramos empresta a sua voz para a personagem principal. Diferente de Enrolados, pelo menos, conseguimos ouvir a voz sem estranheza, mas é notável a diferença de tom em relação a dublagem que Benedict Cumberbatch traz ao personagem.
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    Nota: ★★★
    Escrito por Ana Marta (@anmartta)
    Revisado por Ana Cristina (@anacristofari)
  • 26 1 7 November, 2018
  • Logo no início, o filme passa sua principal mensagem: limpeza étnica. Cachorros – que são extremamente humanos – sendo enviados para uma ilha isolada como uma solução às doenças que eles teoricamente teriam. Doenças essas, que aparentemente caminhavam para serem curadas, remetem aos campos de concentração nazistas ou as gulags soviéticas. A maneira com que Kobayashi transforma o medo em ódio e consegue fazer pessoas se virarem contra seus melhores amigos, assim como, os cartazes gigantescos com sua imagem direciona nossa memória as figuras totalitárias de todas as épocas. Mesmo que numa pitada de absurdo, o filme traz uma imagem forte e é especialmente feliz ao usar cães, tão conhecidos pela amabilidade e companheirismo, como o alvo do ódio popular.

Talvez o ponto de maior destaque, porém, nem seja essa mensagem tão óbvia criada através de uma metáfora simples. Mas esteja no primor da direção e produção em si. A fotografia do filme é tão exuberante, que pilhas de lixo se transformam em belos quadros – que dão a vontade imediata de pausar o longa só para apreciar a imagem.

Além disso, Wes Anderson se utiliza ricamente de elementos cinematográficos japoneses. Como, por exemplo, os closes dramáticos e lentos nos rostos de personagens com o arredor inteiro escurecendo. Outros elementos cartunescos como as lutas dentro de nuvens de fumaça; momentos de contraste de cores completo, geralmente imagens 2D. A verdade é: cada plano desse filme é tão bem trabalhado, que é impossível não querer assistir mais de uma vez, só para poder prestar mais atenção no áudio-visual.

Seria imperdoável não lembrar do áudio tão bem trabalhado ao usar um estilo claramente japonês de música, com tambores, assobios e flautas, que geram uma miríade intensa de sensações. Além disso, a escolha de colocar os humanos falando em japonês e sem legendas, enquanto os cachorros falavam em inglês tornou o trabalho incrível, por nos oferecer uma visão mais humana dos cachorros que dos próprios humanos.
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Nota: ★★★
Escrito por Murilo Maximiano (@murilomax90)
Revisado por Ana Cristina (@anacristofari)
  • Logo no início, o filme passa sua principal mensagem: limpeza étnica. Cachorros – que são extremamente humanos – sendo enviados para uma ilha isolada como uma solução às doenças que eles teoricamente teriam. Doenças essas, que aparentemente caminhavam para serem curadas, remetem aos campos de concentração nazistas ou as gulags soviéticas. A maneira com que Kobayashi transforma o medo em ódio e consegue fazer pessoas se virarem contra seus melhores amigos, assim como, os cartazes gigantescos com sua imagem direciona nossa memória as figuras totalitárias de todas as épocas. Mesmo que numa pitada de absurdo, o filme traz uma imagem forte e é especialmente feliz ao usar cães, tão conhecidos pela amabilidade e companheirismo, como o alvo do ódio popular.

    Talvez o ponto de maior destaque, porém, nem seja essa mensagem tão óbvia criada através de uma metáfora simples. Mas esteja no primor da direção e produção em si. A fotografia do filme é tão exuberante, que pilhas de lixo se transformam em belos quadros – que dão a vontade imediata de pausar o longa só para apreciar a imagem.

    Além disso, Wes Anderson se utiliza ricamente de elementos cinematográficos japoneses. Como, por exemplo, os closes dramáticos e lentos nos rostos de personagens com o arredor inteiro escurecendo. Outros elementos cartunescos como as lutas dentro de nuvens de fumaça; momentos de contraste de cores completo, geralmente imagens 2D. A verdade é: cada plano desse filme é tão bem trabalhado, que é impossível não querer assistir mais de uma vez, só para poder prestar mais atenção no áudio-visual.

    Seria imperdoável não lembrar do áudio tão bem trabalhado ao usar um estilo claramente japonês de música, com tambores, assobios e flautas, que geram uma miríade intensa de sensações. Além disso, a escolha de colocar os humanos falando em japonês e sem legendas, enquanto os cachorros falavam em inglês tornou o trabalho incrível, por nos oferecer uma visão mais humana dos cachorros que dos próprios humanos.
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    Nota: ★★★
    Escrito por Murilo Maximiano (@murilomax90)
    Revisado por Ana Cristina (@anacristofari)
  • 43 1 6 hours ago