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  • O sonho mais doce de Shakira!
Conheça Sweet Dream o novo perfume da rainha latina. (Link na bio)
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  • 5,858 48 14 September, 2019

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  • Nelson é uma cidade fantasma, abandonada após a corrida do ouro. É perto de Las Vegas, e parece cenário de filme de velho oeste.
No local tem placas para não ficar após o entardecer.
O Centro de Visitantes é um local à parte. Uma espécie de bar, museu, loja, tudo junto no mesmo lugar.
A cidade só tem um Centro de visitantes aberto. Estava acontecendo um casamento no local e foi bem divertido acompanhar.✈🇺🇸❤
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#nelsoncity #nevada #eua #oldwest #ghost #trip #photography #fotografia  #viagem #viajar #vegas
  • Nelson é uma cidade fantasma, abandonada após a corrida do ouro. É perto de Las Vegas, e parece cenário de filme de velho oeste.
    No local tem placas para não ficar após o entardecer.
    O Centro de Visitantes é um local à parte. Uma espécie de bar, museu, loja, tudo junto no mesmo lugar.
    A cidade só tem um Centro de visitantes aberto. Estava acontecendo um casamento no local e foi bem divertido acompanhar.✈🇺🇸❤
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  • 6 0 2 hours ago
  • Estado Unidos admitem resposta militar contra Irão

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu hoje responder militarmente ao Irão, País que acusa de estar por detrás dos ataques com drones às instalações petrolíferas da Aramco, Arábia Saudita, apesar de Teerão ter já negado, no domingo a autoria dos disparos.
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#portalinfoline #angola #eua #mundo #notícia #ataque #trump #donaldtrump
  • Estado Unidos admitem resposta militar contra Irão

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu hoje responder militarmente ao Irão, País que acusa de estar por detrás dos ataques com drones às instalações petrolíferas da Aramco, Arábia Saudita, apesar de Teerão ter já negado, no domingo a autoria dos disparos.
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    #portalinfoline #angola #eua #mundo #notícia #ataque #trump #donaldtrump
  • 2 0 2 hours ago
  • O astrônomo Clyde Tombaugh, descobridor do planeta Plutão e um dos poucos de sua área a declarar publicamente ter visto UFOs, foi convidado para dirigir os estudos, que teriam a supervisão do Exército dos Estados Unidos. A explicação oficial do Pentágono para aquelas atividades era que as Forças Armadas estavam pesquisando “pequenas luas, objetos naturais que tinham chegado do espaço e entrado em órbita da Terra”. Em 1955, entretanto, a Casa Branca recebeu a informação de que um destes objetos tinha passado a evoluir em posição mais baixa – estava orbitando o planeta 50 km mais próximo, enquanto o outro simplesmente havia desaparecido. Não existia a menor dúvida, já naquela época, de que estávamos diante de artefatos controlados por alguma forma de inteligência. É evidente que a idéia de objetos naturais entrando em órbita da Terra foi algo apenas para consumo público. O Comitê de Segurança Nacional norte-americano, intimado pelo então presidente Dwight Eisenhower, aventava a alternativa de se tratarem de objetos lançados pelos soviéticos, o que em nada servia para acalmar as coisas. Afinal, se eles já detinham tecnologia para colocar em órbita corpos daquele tamanho, os EUA estavam realmente em grande perigo, pois as tensões entre os dois blocos só cresciam naqueles tempos. Mas a verdade é que aqueles objetos detinham uma tecnologia muito além das capacidades soviéticas, como foi confirmado dois anos depois, quando finalmente tivemos o lançamento do primeiro satélite por parte dos russos, um pequeno objeto metálico.
Desde 1953, muitos outros objetos de origem extraterrestre passaram a ser detectados orbitando nosso planeta, ou simplesmente se aproximando dele para depois desaparecerem e nunca mais serem vistos. O programa espacial passou a ser desenvolvido e planejado já com a certeza de que iríamos encontrar “alguém” lá em cima, e que a órbita terrestre, e mesmo a Lua, como veremos, já estava “ocupada”, como podemos dizer. A partir do lançamento dos primeiros satélites, mais do que continuarmos a detectar UFOs na órbita terrestre, outro processo teve início. Nossos veículos espaciais passaram a sofrer um acompanhamento sistemático.
  • O astrônomo Clyde Tombaugh, descobridor do planeta Plutão e um dos poucos de sua área a declarar publicamente ter visto UFOs, foi convidado para dirigir os estudos, que teriam a supervisão do Exército dos Estados Unidos. A explicação oficial do Pentágono para aquelas atividades era que as Forças Armadas estavam pesquisando “pequenas luas, objetos naturais que tinham chegado do espaço e entrado em órbita da Terra”. Em 1955, entretanto, a Casa Branca recebeu a informação de que um destes objetos tinha passado a evoluir em posição mais baixa – estava orbitando o planeta 50 km mais próximo, enquanto o outro simplesmente havia desaparecido. Não existia a menor dúvida, já naquela época, de que estávamos diante de artefatos controlados por alguma forma de inteligência. É evidente que a idéia de objetos naturais entrando em órbita da Terra foi algo apenas para consumo público. O Comitê de Segurança Nacional norte-americano, intimado pelo então presidente Dwight Eisenhower, aventava a alternativa de se tratarem de objetos lançados pelos soviéticos, o que em nada servia para acalmar as coisas. Afinal, se eles já detinham tecnologia para colocar em órbita corpos daquele tamanho, os EUA estavam realmente em grande perigo, pois as tensões entre os dois blocos só cresciam naqueles tempos. Mas a verdade é que aqueles objetos detinham uma tecnologia muito além das capacidades soviéticas, como foi confirmado dois anos depois, quando finalmente tivemos o lançamento do primeiro satélite por parte dos russos, um pequeno objeto metálico.
    Desde 1953, muitos outros objetos de origem extraterrestre passaram a ser detectados orbitando nosso planeta, ou simplesmente se aproximando dele para depois desaparecerem e nunca mais serem vistos. O programa espacial passou a ser desenvolvido e planejado já com a certeza de que iríamos encontrar “alguém” lá em cima, e que a órbita terrestre, e mesmo a Lua, como veremos, já estava “ocupada”, como podemos dizer. A partir do lançamento dos primeiros satélites, mais do que continuarmos a detectar UFOs na órbita terrestre, outro processo teve início. Nossos veículos espaciais passaram a sofrer um acompanhamento sistemático.
  • 3 1 2 hours ago
  • Os Estados Unidos vão concordar em não aumentar tarifas ou introduzir restrições para importar carros japoneses quando os líderes dos países se encontrarem na próxima semana, informou o Tokyo Shimbun nesta segunda-feira (16). O jornal disse que a promessa seria parte de uma declaração conjunta de líderes sobre comércio que deve ser divulgada após uma reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe na próxima semana em Nova York.

Washington e Tóquio concordaram com os elementos centrais de um acordo comercial no mês passado, à margem de uma cúpula do G7, com Trump e Abe dizendo que esperavam assinar um acordo este mês.

Como parte do acordo comercial limitado, Tóquio faria concessões sobre importações agrícolas dos Estados Unidos, enquanto Washington evitaria aumentar as tarifas sobre carros japoneses, como Trump havia ameaçado fazer anteriormente.

O acordo, se finalizado, diminuiria os atritos comerciais entre os dois aliados no momento em que os Estados Unidos estão travados em uma guerra comercial com a China.

Foto: Reuters

Acesse o nosso site na seção de notícias > economia para ler a matéria completa 👉 www.alternativa.co.jp

#alternativaonline #carrosjaponeses #eua #japão #economia
  • Os Estados Unidos vão concordar em não aumentar tarifas ou introduzir restrições para importar carros japoneses quando os líderes dos países se encontrarem na próxima semana, informou o Tokyo Shimbun nesta segunda-feira (16). O jornal disse que a promessa seria parte de uma declaração conjunta de líderes sobre comércio que deve ser divulgada após uma reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe na próxima semana em Nova York.

    Washington e Tóquio concordaram com os elementos centrais de um acordo comercial no mês passado, à margem de uma cúpula do G7, com Trump e Abe dizendo que esperavam assinar um acordo este mês.

    Como parte do acordo comercial limitado, Tóquio faria concessões sobre importações agrícolas dos Estados Unidos, enquanto Washington evitaria aumentar as tarifas sobre carros japoneses, como Trump havia ameaçado fazer anteriormente.

    O acordo, se finalizado, diminuiria os atritos comerciais entre os dois aliados no momento em que os Estados Unidos estão travados em uma guerra comercial com a China.

    Foto: Reuters

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  • 63 2 3 hours ago