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  • Homenagem: Demi Moore é uma atriz e produtora americana, tem 1.65 de altura, 57 anos, solteira, filhos e possui 40 produções lançadas ate o momento.
O primeiro papel da atriz foi no filme Médicos Loucos e Apaixonados de 1982.
Logo em seguida a atriz fez papeis expressivos: 	Feitiço do Rio de 1984, O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas de 1985, Verão Muito Louco de 1986, 	Sobre Ontem à Noite... de 1986, A Sétima Profecia de 1988, Não Somos Anjos de 1989, Ghost - Do Outro Lado da Vida de 1990, Pensamentos Mortais de 1991, A Mulher do Açougueiro de 1991, Questão de Honra de 1992, Proposta Indecente de 1993, Assédio Sexual de 1994.
Contudo a atriz começou a fazer sucesso de publico e critica nos filmes subsequentes: Agora e Sempre de 1995, A Letra Escarlate de 1995, Striptease de 1996, O Corcunda de Notre Dame de 1996, Beavis e Butt-Head Detonam a América de 1996, A Jurada de 1996, Desconstruindo Harry de 1997, Até o Limite da Honra de 1997, Paixões Paralelas de 1999.
A partir de 2010, a atriz começou a ter problemas pessoais, mas não a impediam de continuar sua carreira bem sucedida: O Corcunda de Notre Dame 2 de 2001, As Panteras – Detonando de 2003, Protegida por um Anjo de 2006, Bobby de 2006, Um Plano Brilhante de 2007, 	Instinto Secreto de 2007, Annie Leibovitz – a vida através das lentes de 2007, Amor por Contrato de 2009, Uma Cidade Sem Lei de 2010, Margin Call - O Dia Antes do Fim de 2011, Lola de 2012, Garotas Inocentes de 2013, O Retorno de John Henry de 2015, Um Novo Olhar de 2017, A Noite é Delas de 2017.
Atualmente a atriz lançou Corporate Animals de 2019 esta outra produção sem nenhuma informação seria Wild Oats programado para 2016 e ate hoje nunca foi lançado.
  • Homenagem: Demi Moore é uma atriz e produtora americana, tem 1.65 de altura, 57 anos, solteira, filhos e possui 40 produções lançadas ate o momento.
    O primeiro papel da atriz foi no filme Médicos Loucos e Apaixonados de 1982.
    Logo em seguida a atriz fez papeis expressivos: Feitiço do Rio de 1984, O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas de 1985, Verão Muito Louco de 1986, Sobre Ontem à Noite... de 1986, A Sétima Profecia de 1988, Não Somos Anjos de 1989, Ghost - Do Outro Lado da Vida de 1990, Pensamentos Mortais de 1991, A Mulher do Açougueiro de 1991, Questão de Honra de 1992, Proposta Indecente de 1993, Assédio Sexual de 1994.
    Contudo a atriz começou a fazer sucesso de publico e critica nos filmes subsequentes: Agora e Sempre de 1995, A Letra Escarlate de 1995, Striptease de 1996, O Corcunda de Notre Dame de 1996, Beavis e Butt-Head Detonam a América de 1996, A Jurada de 1996, Desconstruindo Harry de 1997, Até o Limite da Honra de 1997, Paixões Paralelas de 1999.
    A partir de 2010, a atriz começou a ter problemas pessoais, mas não a impediam de continuar sua carreira bem sucedida: O Corcunda de Notre Dame 2 de 2001, As Panteras – Detonando de 2003, Protegida por um Anjo de 2006, Bobby de 2006, Um Plano Brilhante de 2007, Instinto Secreto de 2007, Annie Leibovitz – a vida através das lentes de 2007, Amor por Contrato de 2009, Uma Cidade Sem Lei de 2010, Margin Call - O Dia Antes do Fim de 2011, Lola de 2012, Garotas Inocentes de 2013, O Retorno de John Henry de 2015, Um Novo Olhar de 2017, A Noite é Delas de 2017.
    Atualmente a atriz lançou Corporate Animals de 2019 esta outra produção sem nenhuma informação seria Wild Oats programado para 2016 e ate hoje nunca foi lançado.
  • 8 1 18 minutes ago
  • Ontem aconteceu a premiere mundial de #DoisIrmãos e alguns jornalistas e convidados já escreveram o que acharam do filme! Um deles confirmou que #DoisIrmãos  tem uma música original cantada pelo Tom Holland.
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Se chama I Hate Horses e ele descreveu a música como a mais emocionante da Pixar desde a canção da Jessie em Toy Story 2. Ansiosos pra escutar ? 😍🎶🎙
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  • 99 1 46 minutes ago
  • Primeiro pôster teaser de 'Run', suspense estrelado por Sarah Paulson.
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  • 61 5 2 hours ago
  • Posters individuais da 2ª temporada de Umbrella Academy.
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  • 80 4 3 hours ago
  • Um Lindo Dia na Vizinhança | Sentimental e verdadeiro

Em um mundo cercado de ódio e situações ruins, “Um Lindo Dia na Vizinhança”, da diretora Marielle Heller, é exposto como uma obra utópica sobre a imagem do famoso Mister Rogers, apresentador americano de um programa infantil que foi ao ar de 1968 a 2001.

Baseado no artigo escrito por Tom Junod em 1998 para a revista Esquire, o roteiro narra a vida de Junod, rebatizado de Lloyd Vogel (Matthew Rhys), que é afetada a partir de suas entrevistas com Rogers para escrever um artigo para sua revista. Pai recente e casado com Andrea (Susan Watson), Lloyd é a encarnação da tristeza, cheio de problemas, que não consegue perdoar seu pai, Jerry (Chris Cooper), por ter abandonado sua mãe doente.

Lloyd é o personagem usado pelo filme para se identificar com o telespectador. É o total oposto de Fred Rogers, vivido por Tom Hanks. Diferente de cinebiografias comuns, Rogers tem sua história analisada de maneira reflexiva por um repórter que não consegue aceitar que possam existir pessoas realmente boas no mundo.

Com atuação perfeita, Hanks rouba o filme para si. Ele encarna uma personalidade em que o mundo simplesmente alega que não existe e nunca irá existir. É um clichê que faz quem assiste duvidar se é possível ou não ter uma bondade pura constantemente.

O longa não tem a intenção de ser uma cinebiografia. Dessa forma, acaba não encontrando o seu real objetivo. Não existe um começo, meio e fim bem definidos. O arco de Lloyd é o único que apresenta algum desenvolvimento, mas que, ainda assim, é um tanto quanto desinteressante. Apesar de saber exatamente a mensagem que quer transmitir, o filme perde força ao ser raso nos quesitos de história e harmonia. “Um Lindo Dia na Vizinhança” desenvolve uma abordagem verdadeira sobre a forma de agir em nosso dia-a-dia, lembrando-nos de que ser uma pessoa boa é uma escolha pessoal que todos podemos fazer. Ou como diria Rogers: “Aceite as pessoas como elas são”. Essa filosofia de vida, lutará contra as visões preconceituosas sobre o que é correto ou não na sociedade. É o que faz o filme ser tão reflexivo.

Nota: 6,8/10

#UmLindoDiaNaVizinhança
#TomHanks
#MarielleHeller
#MatthewRhys
  • Um Lindo Dia na Vizinhança | Sentimental e verdadeiro

    Em um mundo cercado de ódio e situações ruins, “Um Lindo Dia na Vizinhança”, da diretora Marielle Heller, é exposto como uma obra utópica sobre a imagem do famoso Mister Rogers, apresentador americano de um programa infantil que foi ao ar de 1968 a 2001.

    Baseado no artigo escrito por Tom Junod em 1998 para a revista Esquire, o roteiro narra a vida de Junod, rebatizado de Lloyd Vogel (Matthew Rhys), que é afetada a partir de suas entrevistas com Rogers para escrever um artigo para sua revista. Pai recente e casado com Andrea (Susan Watson), Lloyd é a encarnação da tristeza, cheio de problemas, que não consegue perdoar seu pai, Jerry (Chris Cooper), por ter abandonado sua mãe doente.

    Lloyd é o personagem usado pelo filme para se identificar com o telespectador. É o total oposto de Fred Rogers, vivido por Tom Hanks. Diferente de cinebiografias comuns, Rogers tem sua história analisada de maneira reflexiva por um repórter que não consegue aceitar que possam existir pessoas realmente boas no mundo.

    Com atuação perfeita, Hanks rouba o filme para si. Ele encarna uma personalidade em que o mundo simplesmente alega que não existe e nunca irá existir. É um clichê que faz quem assiste duvidar se é possível ou não ter uma bondade pura constantemente.

    O longa não tem a intenção de ser uma cinebiografia. Dessa forma, acaba não encontrando o seu real objetivo. Não existe um começo, meio e fim bem definidos. O arco de Lloyd é o único que apresenta algum desenvolvimento, mas que, ainda assim, é um tanto quanto desinteressante. Apesar de saber exatamente a mensagem que quer transmitir, o filme perde força ao ser raso nos quesitos de história e harmonia. “Um Lindo Dia na Vizinhança” desenvolve uma abordagem verdadeira sobre a forma de agir em nosso dia-a-dia, lembrando-nos de que ser uma pessoa boa é uma escolha pessoal que todos podemos fazer. Ou como diria Rogers: “Aceite as pessoas como elas são”. Essa filosofia de vida, lutará contra as visões preconceituosas sobre o que é correto ou não na sociedade. É o que faz o filme ser tão reflexivo.

    Nota: 6,8/10

    #UmLindoDiaNaVizinhança
    #TomHanks
    #MarielleHeller
    #MatthewRhys
  • 11 2 3 hours ago
  • PARA ALIMENTAR O SAUDOSISMO

Em abril (16), chega o remake do clássico "O Jardim Secreto". Esta é a quarta adaptação para o cinema do livro francês de Frances Hodgson Burnett, fora as produções direto para a TV.
A última foi em 1993, com a bela direção de Agnieszka Holland.
Agora sob o comando de Marc Munden (Utopia, National Treasure) e roteiro assinado por Jack Thorne (Extraordinário), esperamos nada menos que lágrimas nos olhos.
Quem já separou o lencinho?

Siga nosso perfil e acompanhe as novidades do mundo do cinema.

Aí vai o link do trailer

https://youtu.be/MKCVKzaJLiA

#thesecretgarden #ojardimsecreto #ojardimsecretofilme #marcmunden #jackthorne #studiocanal #franceshodgsonburnett #estreiasdefilmes #instamovie🎥 #instafilmes
  • PARA ALIMENTAR O SAUDOSISMO

    Em abril (16), chega o remake do clássico "O Jardim Secreto". Esta é a quarta adaptação para o cinema do livro francês de Frances Hodgson Burnett, fora as produções direto para a TV.
    A última foi em 1993, com a bela direção de Agnieszka Holland.
    Agora sob o comando de Marc Munden (Utopia, National Treasure) e roteiro assinado por Jack Thorne (Extraordinário), esperamos nada menos que lágrimas nos olhos.
    Quem já separou o lencinho?

    Siga nosso perfil e acompanhe as novidades do mundo do cinema.

    Aí vai o link do trailer

    https://youtu.be/MKCVKzaJLiA

    #thesecretgarden #ojardimsecreto #ojardimsecretofilme #marcmunden #jackthorne #studiocanal #franceshodgsonburnett #estreiasdefilmes #instamovie 🎥 #instafilmes
  • 6 0 3 hours ago
  • Revisitar, ou assistir pela primeira vez, filmes mais antigos, tem sido uma experiência prazerosa. Hoje o filme da vez é Grease: Nos Tempos da Brilhantina.

Filme de 1978 com uma trama ambientada na Califórnia da década de 50. Toda história é contada ao redor dos jovens estudantes da High School Rydell e o foco está na turma de amigos do jovem sedutor Danny (Travolta).
.
Após as férias de verão, na qual teve um pequeno romance com a jovem Sandy (Olivia Newton-John), Danny volta às aulas e se gaba para seus amigos contando experiências fantasiosas mas que elevam a sua masculinidade, mantendo assim a devoção que seus pupilos nutrem por ele. Por sua vez, Sandy, a novata, já se enturma e para as novas amigas confidencia os momentos de puro romance vivido por ela em suas férias de verão. Construindo o amado como um verdadeiro príncipe encantado.

Este musical do diretor Randal Kleiser usa do romance e um pouco da comédia para reconstruir a sociedade dos anos 50, representada aqui pelos jovens. Sem muita ênfase, tece sua crítica quanto ao comportamento geral, mas dispõe de mais tempo para mostrar o pensamento masculino daquela época.

Surpreende que o comportamento masculino retratado aqui não tenha mudado muito para o que vemos nos dias de hoje. Homens que não expressam seus sentimentos. Homens que rivalizam em tudo com outros homens, e aqui no filme o símbolo usado é o carro. Qual o mais potente, qual o mais bonito, qual o que chama mais atenção das mulheres são os desafios impostos por eles mesmos. Enquanto isso as mulheres são tidas como sexo frágil, sempre em busca de um grande amor. Mas Kleiser tenta minar essa ideia com uma das melhores personagens da trama, Rizzo (Channing), uma mulher a frente do seu tempo e alheia ao que os outros pensam dela.

O filme é um grande espetáculo. As transições da história para as cenas musicais são muito bem feitas. As danças são muito bem coreografadas e nos levam para o mesmo embalo dos personagens.

Grease é um filme leve, tem um romance que funciona e doses de humor bem pontuais que dão muito certo. A trilha muito bem escolhida e as performances são um show a parte. São ótimos 110 min e a frente da TV.

@cidvasconcellos
  • Revisitar, ou assistir pela primeira vez, filmes mais antigos, tem sido uma experiência prazerosa. Hoje o filme da vez é Grease: Nos Tempos da Brilhantina.

    Filme de 1978 com uma trama ambientada na Califórnia da década de 50. Toda história é contada ao redor dos jovens estudantes da High School Rydell e o foco está na turma de amigos do jovem sedutor Danny (Travolta).
    .
    Após as férias de verão, na qual teve um pequeno romance com a jovem Sandy (Olivia Newton-John), Danny volta às aulas e se gaba para seus amigos contando experiências fantasiosas mas que elevam a sua masculinidade, mantendo assim a devoção que seus pupilos nutrem por ele. Por sua vez, Sandy, a novata, já se enturma e para as novas amigas confidencia os momentos de puro romance vivido por ela em suas férias de verão. Construindo o amado como um verdadeiro príncipe encantado.

    Este musical do diretor Randal Kleiser usa do romance e um pouco da comédia para reconstruir a sociedade dos anos 50, representada aqui pelos jovens. Sem muita ênfase, tece sua crítica quanto ao comportamento geral, mas dispõe de mais tempo para mostrar o pensamento masculino daquela época.

    Surpreende que o comportamento masculino retratado aqui não tenha mudado muito para o que vemos nos dias de hoje. Homens que não expressam seus sentimentos. Homens que rivalizam em tudo com outros homens, e aqui no filme o símbolo usado é o carro. Qual o mais potente, qual o mais bonito, qual o que chama mais atenção das mulheres são os desafios impostos por eles mesmos. Enquanto isso as mulheres são tidas como sexo frágil, sempre em busca de um grande amor. Mas Kleiser tenta minar essa ideia com uma das melhores personagens da trama, Rizzo (Channing), uma mulher a frente do seu tempo e alheia ao que os outros pensam dela.

    O filme é um grande espetáculo. As transições da história para as cenas musicais são muito bem feitas. As danças são muito bem coreografadas e nos levam para o mesmo embalo dos personagens.

    Grease é um filme leve, tem um romance que funciona e doses de humor bem pontuais que dão muito certo. A trilha muito bem escolhida e as performances são um show a parte. São ótimos 110 min e a frente da TV.

    @cidvasconcellos
  • 54 14 3 hours ago
  • Tom Holland afirmou que as filmagens de "Uncharted" começam agora no mês de março! No filme, o astro de "Homem-Aranha: Longe de casa" fará a versão jovem de Nathan Drake, personagem central do game de ação.

A declaração foi dada em uma entrevista ao portal IGN durante a a premiere mundial de "Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica", nova animação da Disney/Pixar em que ele faz a voz de um dos personagens principais.

Sobre a adaptação do game "Uncharted", Tom Holland ainda disse que irá ocorrer uma abordagem mais jovem e fresca para o personagem principal e que as cenas irão percorrer vários países.

O filme do filme será filmada em Berlim, na Alemanha, porém ele - Tom Holland-  e Mark Wahlberg, que faz o papel de Sully, o mentor de Nathan Drake, viajarão pelo mundo para gravar outras cenas.

A adaptação do game está prevista para chegar no dia 5 de março de 2021 nos cinemas e ainda segue sem um diretor no comando, desde a saída de Travis Knight em dezembro do ano passado.
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#uncharted #unchartedmovie #unchartedfilm #nathandrake #tomholland #games #cinema #filmes #cinema #brevenoscinemas #filme #instacinema #instafilmes #filmegram #moviegram
  • Tom Holland afirmou que as filmagens de "Uncharted" começam agora no mês de março! No filme, o astro de "Homem-Aranha: Longe de casa" fará a versão jovem de Nathan Drake, personagem central do game de ação.

    A declaração foi dada em uma entrevista ao portal IGN durante a a premiere mundial de "Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica", nova animação da Disney/Pixar em que ele faz a voz de um dos personagens principais.

    Sobre a adaptação do game "Uncharted", Tom Holland ainda disse que irá ocorrer uma abordagem mais jovem e fresca para o personagem principal e que as cenas irão percorrer vários países.

    O filme do filme será filmada em Berlim, na Alemanha, porém ele - Tom Holland- e Mark Wahlberg, que faz o papel de Sully, o mentor de Nathan Drake, viajarão pelo mundo para gravar outras cenas.

    A adaptação do game está prevista para chegar no dia 5 de março de 2021 nos cinemas e ainda segue sem um diretor no comando, desde a saída de Travis Knight em dezembro do ano passado.
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    #uncharted #unchartedmovie #unchartedfilm #nathandrake #tomholland #games #cinema #filmes #cinema #brevenoscinemas #filme #instacinema #instafilmes #filmegram #moviegram
  • 8 0 3 hours ago
  • Que tal ver aquele filme que você gosta e ainda aprender inglês ? 💪😍 _ 💜 Para você não ter dificuldade de fala com nativos. 
_ 💜Para não ter que assistir séries ou filmes com legendas. 
_ 💜Para você não travar na hora de falar em inglês. 
_ 📘 Acesse o link azul na Bio. 
_ 🎥🎬 Desafio inglês com filmes. 
_ ▶️▶️ @englishdahora_
  • Que tal ver aquele filme que você gosta e ainda aprender inglês ? 💪😍 _ 💜 Para você não ter dificuldade de fala com nativos.
    _ 💜Para não ter que assistir séries ou filmes com legendas.
    _ 💜Para você não travar na hora de falar em inglês.
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    _ 🎥🎬 Desafio inglês com filmes.
    _ ▶️▶️ @englishdahora_
  • 4 1 4 hours ago
  • Você tem noção onde toda está conexão vai te levar? Tem mesmo? Aproveitando a época de festa nas ruas, onde todos se misturam livre de preconceitos em prol da diversão e de viver sonhos através das fantasias, vamos pensar sobre isso. Temos um exemplo recente no mercado cinematográfico, “Parasita”, você assistiu? Não!? Pq? É um filme asiático, de língua não-inglesa repleto de sensibilidade e muito aprendizado e o melhor foi reconhecido pela academia, recebeu 4 premiações no Oscar. Você sabia? Melhor filme, filme internacional, roteiro original e melhor diretor para Bong Jooh-Ho. Será que não está na hora de se desconectar com o seu mundo e se integrar as pessoas, todas tem algo a ensinar e aprender. A produção além de perturbar e fazer pensar, te envolve do início ao fim com temas como injustiça social, capitalismo selvagem, conflitos entre classes, o poder da conexão sobre as relações humanas, relações frágeis de confiança. Será que uma produção desta, recebendo destaque na telona e no mundo irá contribuir com a mudança de foco no seu olhar? Será que de fato você sabe tudo e não precisa de ninguém? Pense nisso e aproveite o carnaval com um olhar mais atento a realidade que bate a sua porta todo dia! #parasita #asia #asiafilms #arte #cinema #instafilmes #aprendizado #pessoas #cultura #perception #percepção #bomdia #realidade #proposito #sonhos #realizadores #liderança #liderancafeminina #liderançafeminina #foco #umnovolhar #bomdia #carnaval2020 #cinema #oscar #reflexao #uniaodospovos #paz #pensamentos #amor
  • Você tem noção onde toda está conexão vai te levar? Tem mesmo? Aproveitando a época de festa nas ruas, onde todos se misturam livre de preconceitos em prol da diversão e de viver sonhos através das fantasias, vamos pensar sobre isso. Temos um exemplo recente no mercado cinematográfico, “Parasita”, você assistiu? Não!? Pq? É um filme asiático, de língua não-inglesa repleto de sensibilidade e muito aprendizado e o melhor foi reconhecido pela academia, recebeu 4 premiações no Oscar. Você sabia? Melhor filme, filme internacional, roteiro original e melhor diretor para Bong Jooh-Ho. Será que não está na hora de se desconectar com o seu mundo e se integrar as pessoas, todas tem algo a ensinar e aprender. A produção além de perturbar e fazer pensar, te envolve do início ao fim com temas como injustiça social, capitalismo selvagem, conflitos entre classes, o poder da conexão sobre as relações humanas, relações frágeis de confiança. Será que uma produção desta, recebendo destaque na telona e no mundo irá contribuir com a mudança de foco no seu olhar? Será que de fato você sabe tudo e não precisa de ninguém? Pense nisso e aproveite o carnaval com um olhar mais atento a realidade que bate a sua porta todo dia! #parasita #asia #asiafilms #arte #cinema #instafilmes #aprendizado #pessoas #cultura #perception #percepção #bomdia #realidade #proposito #sonhos #realizadores #liderança #liderancafeminina #liderançafeminina #foco #umnovolhar #bomdia #carnaval2020 #cinema #oscar #reflexao #uniaodospovos #paz #pensamentos #amor
  • 5 0 11 hours ago
  • Sócrates é um filme nacional de 2018, mas que só estreou aqui no Brasil em 2019. Participou de alguns festivais e ganhou prêmios, sendo, talvez, o de maior representatividade o Independent Spirit Awards, na categoria Someone to Watch.

Aproveitando o termo representatividade, é bem isso o tema central deste filme. O protagonista, Sócrates, é pobre, preto e gay. Uma tríplice que o coloca à margem da sociedade de forma incondicional. Se já não fosse bastante, o jovem Sócrates perde sua mãe nos minutos iniciais e durante todo o filme somos bombardeados com tamanho realismo do sofrimento, da fome, da fadiga e do luto. Contudo há no jovem uma vontade de fazer dar certo, mesmo com tantas portas impenetráveis a sua frente.

Com o uso da câmera na mão, vamos acompanhando de muito perto toda essa luta diária, por algum lugar ao sol, do protagonista. É bem verdade que, mesmo sendo um longa, mas tendo apenas 71 minutos de duração, esse drama não consegue abordar todos os acontecimentos da vida do Sócrates. Tem um foco em seu relacionamento com o personagem Maicon, o amor e a falta que sente de sua mãe, e o passado em forma de seu Pai, que o assombra agora que não lhe sobrou mais ninguém.

Ainda que passeie de forma rápida por alguns problemas, Moratto tem total controle da trama, e sabe exatamente onde quer chegar. Alguns recortes podem incomodar um pouco, com saltos sem um preparo prévio para um entendimento completo do que está acontecendo, mas isso não impede que ao fim a mensagem seja entregue ao espectador de forma clara.

O elenco é composto por meninos do instituto Querô, em Santos, instituto que utiliza o audiovisual como instrumento de inclusão e transformação para jovens em situação de risco social. Christian Malheiros, debutando no cinema, interpreta o personagem Sócrates impondo uma força que nos comove. Mas todos ali entregam muito sentimento mesmo os que têm poucos minutos em tela.

Os prêmios que ganhou são mais do que merecidos. Alex Moratto estreia na direção de longas e aqui já mostra uma visão voltada para as questões sociais sem floreios, sem grandes dramas, com o intuito apenas de passar verdade de uma forma muito crua.

@cidvasconcellos
  • Sócrates é um filme nacional de 2018, mas que só estreou aqui no Brasil em 2019. Participou de alguns festivais e ganhou prêmios, sendo, talvez, o de maior representatividade o Independent Spirit Awards, na categoria Someone to Watch.

    Aproveitando o termo representatividade, é bem isso o tema central deste filme. O protagonista, Sócrates, é pobre, preto e gay. Uma tríplice que o coloca à margem da sociedade de forma incondicional. Se já não fosse bastante, o jovem Sócrates perde sua mãe nos minutos iniciais e durante todo o filme somos bombardeados com tamanho realismo do sofrimento, da fome, da fadiga e do luto. Contudo há no jovem uma vontade de fazer dar certo, mesmo com tantas portas impenetráveis a sua frente.

    Com o uso da câmera na mão, vamos acompanhando de muito perto toda essa luta diária, por algum lugar ao sol, do protagonista. É bem verdade que, mesmo sendo um longa, mas tendo apenas 71 minutos de duração, esse drama não consegue abordar todos os acontecimentos da vida do Sócrates. Tem um foco em seu relacionamento com o personagem Maicon, o amor e a falta que sente de sua mãe, e o passado em forma de seu Pai, que o assombra agora que não lhe sobrou mais ninguém.

    Ainda que passeie de forma rápida por alguns problemas, Moratto tem total controle da trama, e sabe exatamente onde quer chegar. Alguns recortes podem incomodar um pouco, com saltos sem um preparo prévio para um entendimento completo do que está acontecendo, mas isso não impede que ao fim a mensagem seja entregue ao espectador de forma clara.

    O elenco é composto por meninos do instituto Querô, em Santos, instituto que utiliza o audiovisual como instrumento de inclusão e transformação para jovens em situação de risco social. Christian Malheiros, debutando no cinema, interpreta o personagem Sócrates impondo uma força que nos comove. Mas todos ali entregam muito sentimento mesmo os que têm poucos minutos em tela.

    Os prêmios que ganhou são mais do que merecidos. Alex Moratto estreia na direção de longas e aqui já mostra uma visão voltada para as questões sociais sem floreios, sem grandes dramas, com o intuito apenas de passar verdade de uma forma muito crua.

    @cidvasconcellos
  • 48 2 19 hours ago
  • “Elite” chega na @netflixbrasil em março, enquanto isso, vamos babar este elenco que a gente ama?
  • “Elite” chega na @netflixbrasil em março, enquanto isso, vamos babar este elenco que a gente ama?
  • 180 5 20 hours ago
  • Disney irá reinicializar a franquia Planeta dos Macacos e com a história de César concluída, esse é o ponto perfeito para avançar quase dois milênios para ver como a sociedade símia evoluiu, nos dando algo semelhante ao que havia no Planeta dos Macacos original. 
Veja os detalhes e nossas expectativas para a franquia acessando feededigno.com.br ou pelo link em nosso perfil 🐵✊✊ E você, o que acha da ideia de um reboot?

#planetadosmacacos #planetoftheapes #cinema #nerd #geek #cinefilos #filmes #instafilmes
  • Disney irá reinicializar a franquia Planeta dos Macacos e com a história de César concluída, esse é o ponto perfeito para avançar quase dois milênios para ver como a sociedade símia evoluiu, nos dando algo semelhante ao que havia no Planeta dos Macacos original.
    Veja os detalhes e nossas expectativas para a franquia acessando feededigno.com.br ou pelo link em nosso perfil 🐵✊✊ E você, o que acha da ideia de um reboot?

    #planetadosmacacos #planetoftheapes #cinema #nerd #geek #cinefilos #filmes #instafilmes
  • 96 2 21 hours ago
  • SABE A RESPOSTA? Tá rolando quiz lá nos storys... E aí quantos acertou ? .
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  • 101 7 22 hours ago
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  • 89 5 22 hours ago
  • Parasita | Uma discussão sobre classes sociais

Parasitismo é a interação entre duas espécies, na qual uma delas, o parasita, se beneficia da outra, o hospedeiro, causando-lhe assim, inúmeros danos. Sem dúvidas, não existe modo melhor de definir o filme sul-coreano de Bong Joon-ho, do que este.

Em “Parasita”, toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Inesperadamente, o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês para uma garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem na família, um a um.

Direto, o roteiro não enrola para demonstrar onde espera chegar. A evolução é rápida, mas sempre em harmonia com tudo ao seu redor. Com um design impressionante, a escolha por poucos cenários faz com que os únicos existentes sejam tão importantes quanto os personagens. A casa em conceito aberto explora a paixão da família pobre por aquele local. Um sonho inalcançável.

É neste aspecto que está a principal mensagem do filme: a crítica social. Com duas realidades econômicas totalmente diferentes, Da-Hye, o primeiro a transitar entre ambas, deseja um dia mudar a sua posição na sociedade. Infelizmente, é demonstrado que a realidade não oferece as mesmas oportunidades para todos. Mesmo se esforçando, ele não terá grandes chances de mudar de classe social. Kim, o pai, entende isso, ao perceber que eles não são nada para as pessoas ricas, que se acham superiores e só se importam com elas mesmas.

Transitando entre gêneros, cada etapa da construção do longa possuí um pouco de drama, comédia e suspense. Em todos eles, a visão do diretor é representada pela arquitetura concebida na casa, onde o seu maior destaque é a enorme janela que mostra o jardim e convida não só a luz e os personagens, mas também o telespectador a entrar na sala de estar.

Discutindo o confronto entre classes sociais na sociedade contemporânea, o excelente “Parasita” só tem uma pergunta para lhe fazer: Afinal, quem é o parasita de quem?

Nota: 10/10

#Parasita
#BongJoon-ho
#Oscar
#Oscar2020
  • Parasita | Uma discussão sobre classes sociais

    Parasitismo é a interação entre duas espécies, na qual uma delas, o parasita, se beneficia da outra, o hospedeiro, causando-lhe assim, inúmeros danos. Sem dúvidas, não existe modo melhor de definir o filme sul-coreano de Bong Joon-ho, do que este.

    Em “Parasita”, toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Inesperadamente, o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês para uma garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem na família, um a um.

    Direto, o roteiro não enrola para demonstrar onde espera chegar. A evolução é rápida, mas sempre em harmonia com tudo ao seu redor. Com um design impressionante, a escolha por poucos cenários faz com que os únicos existentes sejam tão importantes quanto os personagens. A casa em conceito aberto explora a paixão da família pobre por aquele local. Um sonho inalcançável.

    É neste aspecto que está a principal mensagem do filme: a crítica social. Com duas realidades econômicas totalmente diferentes, Da-Hye, o primeiro a transitar entre ambas, deseja um dia mudar a sua posição na sociedade. Infelizmente, é demonstrado que a realidade não oferece as mesmas oportunidades para todos. Mesmo se esforçando, ele não terá grandes chances de mudar de classe social. Kim, o pai, entende isso, ao perceber que eles não são nada para as pessoas ricas, que se acham superiores e só se importam com elas mesmas.

    Transitando entre gêneros, cada etapa da construção do longa possuí um pouco de drama, comédia e suspense. Em todos eles, a visão do diretor é representada pela arquitetura concebida na casa, onde o seu maior destaque é a enorme janela que mostra o jardim e convida não só a luz e os personagens, mas também o telespectador a entrar na sala de estar.

    Discutindo o confronto entre classes sociais na sociedade contemporânea, o excelente “Parasita” só tem uma pergunta para lhe fazer: Afinal, quem é o parasita de quem?

    Nota: 10/10

    #Parasita
    #BongJoon -ho
    #Oscar
    #Oscar2020
  • 10 1 9 February, 2020
  • Coringa | Uma obra prima extremamente perigosa?

Único, pesado, violento e... Perfeito. “Coringa” mostra a origem de um dos maiores vilões entre todas as histórias contadas até hoje. Joaquin Phoenix presenteia os telespectadores, com uma atuação impecável, recheado de drama e muito humor sombrio.

A trama narra a história de Arthur Fleck, um homem lutando para se integrar à péssima sociedade de Gotham, trabalhando como palhaço durante o dia e como comediante de stand-up à noite.

Com exceção da Família Wayne e de Gotham City, o filme do diretor Todd Phillips faz nenhuma grande referência ao universo da DC Comics. A decisão, no fim das contas, provou ser acertada, ao focar somente na estrela do show: o Coringa.

Phoenix entrega um Coringa mais instável, com uma inocência sombria e perturbadora. Suas risadas, ganham peso narrativo, onde muitas vezes não se sabe se ele está rindo porque realmente quer dar risada ou se está extremamente nervoso. As rápidas alternâncias entre suas expressões de “tenha pena de mim” e “tenha medo de mim” provocam uma sensação de insanidade.

Com liberdade criativa concedida pelo estúdio, o longa aproveita a loucura do personagem para lidar com a situação da sociedade, revelando muito do que ela tem de pior.

Em termos de fotografia, o filme apresenta uma Gotham suja, tomada pelo abandono. É como se não houvesse esperança. Sempre que possível, as câmeras mostram Arthur inserido nesse contexto, dirigindo-se para baixo, demonstrando como cada vez mais o personagem se afunda.

Digno de Oscar, “Coringa” aborda temas adultos e profundos, nos fazendo pensar sobre quem realmente é o errado nesta história. Se não souber interpretar corretamente tudo o que foi apresentado, o vilão acabará saindo como herói.

Nota: 10/10

#Coringa
#Joker
#DC
#DCComics
#WarnerBros
  • Coringa | Uma obra prima extremamente perigosa?

    Único, pesado, violento e... Perfeito. “Coringa” mostra a origem de um dos maiores vilões entre todas as histórias contadas até hoje. Joaquin Phoenix presenteia os telespectadores, com uma atuação impecável, recheado de drama e muito humor sombrio.

    A trama narra a história de Arthur Fleck, um homem lutando para se integrar à péssima sociedade de Gotham, trabalhando como palhaço durante o dia e como comediante de stand-up à noite.

    Com exceção da Família Wayne e de Gotham City, o filme do diretor Todd Phillips faz nenhuma grande referência ao universo da DC Comics. A decisão, no fim das contas, provou ser acertada, ao focar somente na estrela do show: o Coringa.

    Phoenix entrega um Coringa mais instável, com uma inocência sombria e perturbadora. Suas risadas, ganham peso narrativo, onde muitas vezes não se sabe se ele está rindo porque realmente quer dar risada ou se está extremamente nervoso. As rápidas alternâncias entre suas expressões de “tenha pena de mim” e “tenha medo de mim” provocam uma sensação de insanidade.

    Com liberdade criativa concedida pelo estúdio, o longa aproveita a loucura do personagem para lidar com a situação da sociedade, revelando muito do que ela tem de pior.

    Em termos de fotografia, o filme apresenta uma Gotham suja, tomada pelo abandono. É como se não houvesse esperança. Sempre que possível, as câmeras mostram Arthur inserido nesse contexto, dirigindo-se para baixo, demonstrando como cada vez mais o personagem se afunda.

    Digno de Oscar, “Coringa” aborda temas adultos e profundos, nos fazendo pensar sobre quem realmente é o errado nesta história. Se não souber interpretar corretamente tudo o que foi apresentado, o vilão acabará saindo como herói.

    Nota: 10/10

    #Coringa
    #Joker
    #DC
    #DCComics
    #WarnerBros
  • 17 1 8 October, 2019