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soudessaepoca - 881 posts

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  • #soudessaepoca até o Gugu já teve revista em quadrinhos
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  • 14 0 18 March, 2019

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  • Hora de relembrar o He-man! 😍
  • Hora de relembrar o He-man! 😍
  • 41 3 5 March, 2019
  • Depois de alguns anos sendo tolhida por brincar o carnaval ( consciente e livremente), "a festa da carne", a mesma festa a qual brinquei na infância com alegria, pureza, em meio aos confetes, brilhos, estrelinhas coloridas, molha molha com uma bisnaguinha de plástico ( #soudessaepoca), carnaval de la ursa, de fantasias e de cores... me vejo, hoje, após ser mãe e mãe de menina, me libertando aos poucos e gradativamente das amarras que me impuseram. 
Plena, porém não muito...ainda... kkkkk... só eu sei o que passei e passo por ser mulher. Só nós, mulheres, sabemos, mesmo que inconscientemente, os pesos que "somos obrigadas" a carregar, o preço que "temos que pagar", decorrentes da opressão estrutural construída pela sociedade machista. Onde querem nos inserir em caixinhas, como se todas as mulheres devessem se enquadrar em formatos estabelecidos sei lá por quem e sei lá em que período da história. Somos tudo o que quisermos ser e que nada nem ninguém nos defina.
Que a gente ultrapasse as barreiras do: isso é de menino, isso e de menina. E que a gente comece a refletir e a questionar o motivo de cada "regra", de cada "norma", de cada determinação infundada, aliás, fundada em dominação de uns ( homens) em detrimento da subserviência de outros (mulheres). Voltando ao carnaval, nada deveria nos limitar, principalmente se tratando de uma expressão tão verdadeira e livre que é o carnaval, onde através da irreverência, da criatividade, da arte, da inovação, da alegria, expressamos tantos sentimentos, emoções e pensamentos. O ser humano se expressa de todas as formas. E que nenhuma delas seja proibida, desde que não fira a existência de alguém.
.
Que o livre arbítrio seja respeitado e que a sua prisão não condene a liberdade alheia. Se liberte e permita o "ser livre" do próximo.
  • Depois de alguns anos sendo tolhida por brincar o carnaval ( consciente e livremente), "a festa da carne", a mesma festa a qual brinquei na infância com alegria, pureza, em meio aos confetes, brilhos, estrelinhas coloridas, molha molha com uma bisnaguinha de plástico ( #soudessaepoca ), carnaval de la ursa, de fantasias e de cores... me vejo, hoje, após ser mãe e mãe de menina, me libertando aos poucos e gradativamente das amarras que me impuseram.
    Plena, porém não muito...ainda... kkkkk... só eu sei o que passei e passo por ser mulher. Só nós, mulheres, sabemos, mesmo que inconscientemente, os pesos que "somos obrigadas" a carregar, o preço que "temos que pagar", decorrentes da opressão estrutural construída pela sociedade machista. Onde querem nos inserir em caixinhas, como se todas as mulheres devessem se enquadrar em formatos estabelecidos sei lá por quem e sei lá em que período da história. Somos tudo o que quisermos ser e que nada nem ninguém nos defina.
    Que a gente ultrapasse as barreiras do: isso é de menino, isso e de menina. E que a gente comece a refletir e a questionar o motivo de cada "regra", de cada "norma", de cada determinação infundada, aliás, fundada em dominação de uns ( homens) em detrimento da subserviência de outros (mulheres). Voltando ao carnaval, nada deveria nos limitar, principalmente se tratando de uma expressão tão verdadeira e livre que é o carnaval, onde através da irreverência, da criatividade, da arte, da inovação, da alegria, expressamos tantos sentimentos, emoções e pensamentos. O ser humano se expressa de todas as formas. E que nenhuma delas seja proibida, desde que não fira a existência de alguém.
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    Que o livre arbítrio seja respeitado e que a sua prisão não condene a liberdade alheia. Se liberte e permita o "ser livre" do próximo.
  • 35 3 2 March, 2019
  • Depois de alguns anos sendo tolhida por brincar o carnaval ( consciente e livremente), "a festa da carne", a mesma festa a qual brinquei na infância com alegria, pureza, em meio aos confetes, brilhos, estrelinhas coloridas, molha molha com uma bisnaguinha de plástico ( #soudessaepoca), carnaval de la ursa, de fantasias e de cores... me vejo, hoje, após ser mãe e mãe de menina, me libertando aos poucos e gradativamente das amarras que me impuseram. 
Plena, porém não muito...ainda... kkkkk... só eu sei o que passei e passo por ser mulher. Só nós, mulheres, sabemos, mesmo que inconscientemente, os pesos que "somos obrigadas" a carregar, o preço que "temos que pagar", decorrentes da opressão estrutural construída pela sociedade machista. Onde querem nos inserir em caixinhas, como se todas as mulheres devessem se enquadrar em formatos estabelecidos sei lá por quem e sei lá em que período da história. Somos tudo o que quisermos ser e que nada nem ninguém nos defina.
Que a gente ultrapasse as barreiras do: isso é de menino, isso e de menina. E que a gente comece a refletir e a questionar o motivo de cada "regra", de cada "norma", de cada determinação infundada, aliás, fundada em dominação de uns ( homens) em detrimento da subserviência de outros (mulheres). Voltando ao carnaval, nada deveria nos limitar, principalmente se tratando de uma expressão tão verdadeira e livre que é o carnaval, onde através da irreverência, da criatividade, da arte, da inovação, da alegria, expressamos tantos sentimentos, emoções e pensamentos. O ser humano se expressa de todas as formas. E que nenhuma delas seja proibida, desde que não fira a existência de alguém.
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Que o livre arbítrio seja respeitado e que a sua prisão não condene a liberdade alheia. Se liberte e permita o "ser livre" do próximo.
  • Depois de alguns anos sendo tolhida por brincar o carnaval ( consciente e livremente), "a festa da carne", a mesma festa a qual brinquei na infância com alegria, pureza, em meio aos confetes, brilhos, estrelinhas coloridas, molha molha com uma bisnaguinha de plástico ( #soudessaepoca ), carnaval de la ursa, de fantasias e de cores... me vejo, hoje, após ser mãe e mãe de menina, me libertando aos poucos e gradativamente das amarras que me impuseram.
    Plena, porém não muito...ainda... kkkkk... só eu sei o que passei e passo por ser mulher. Só nós, mulheres, sabemos, mesmo que inconscientemente, os pesos que "somos obrigadas" a carregar, o preço que "temos que pagar", decorrentes da opressão estrutural construída pela sociedade machista. Onde querem nos inserir em caixinhas, como se todas as mulheres devessem se enquadrar em formatos estabelecidos sei lá por quem e sei lá em que período da história. Somos tudo o que quisermos ser e que nada nem ninguém nos defina.
    Que a gente ultrapasse as barreiras do: isso é de menino, isso e de menina. E que a gente comece a refletir e a questionar o motivo de cada "regra", de cada "norma", de cada determinação infundada, aliás, fundada em dominação de uns ( homens) em detrimento da subserviência de outros (mulheres). Voltando ao carnaval, nada deveria nos limitar, principalmente se tratando de uma expressão tão verdadeira e livre que é o carnaval, onde através da irreverência, da criatividade, da arte, da inovação, da alegria, expressamos tantos sentimentos, emoções e pensamentos. O ser humano se expressa de todas as formas. E que nenhuma delas seja proibida, desde que não fira a existência de alguém.
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    Que o livre arbítrio seja respeitado e que a sua prisão não condene a liberdade alheia. Se liberte e permita o "ser livre" do próximo.
  • 15 3 2 March, 2019

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Plena, porém não muito...ainda... kkkkk... só eu sei o que passei e passo por ser mulher. Só nós, mulheres, sabemos, mesmo que inconscientemente, os pesos que "somos obrigadas" a carregar, o preço que "temos que pagar", decorrentes da opressão estrutural construída pela sociedade machista. Onde querem nos inserir em caixinhas, como se todas as mulheres devessem se enquadrar em formatos estabelecidos sei lá por quem e sei lá em que período da história. Somos tudo o que quisermos ser e que nada nem ninguém nos defina.
Que a gente ultrapasse as barreiras do: isso é de menino, isso e de menina. E que a gente comece a refletir e a questionar o motivo de cada "regra", de cada "norma", de cada determinação infundada, aliás, fundada em dominação de uns ( homens) em detrimento da subserviência de outros (mulheres). Voltando ao carnaval, nada deveria nos limitar, principalmente se tratando de uma expressão tão verdadeira e livre que é o carnaval, onde através da irreverência, da criatividade, da arte, da inovação, da alegria, expressamos tantos sentimentos, emoções e pensamentos. O ser humano se expressa de todas as formas. E que nenhuma delas seja proibida, desde que não fira a existência de alguém.
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Que o livre arbítrio seja respeitado e que a sua prisão não condene a liberdade alheia. Se liberte e permita o "ser livre" do próximo.
  • Depois de alguns anos sendo tolhida por brincar o carnaval ( consciente e livremente), "a festa da carne", a mesma festa a qual brinquei na infância com alegria, pureza, em meio aos confetes, brilhos, estrelinhas coloridas, molha molha com uma bisnaguinha de plástico ( #soudessaepoca ), carnaval de la ursa, de fantasias e de cores... me vejo, hoje, após ser mãe e mãe de menina, me libertando aos poucos e gradativamente das amarras que me impuseram.
    Plena, porém não muito...ainda... kkkkk... só eu sei o que passei e passo por ser mulher. Só nós, mulheres, sabemos, mesmo que inconscientemente, os pesos que "somos obrigadas" a carregar, o preço que "temos que pagar", decorrentes da opressão estrutural construída pela sociedade machista. Onde querem nos inserir em caixinhas, como se todas as mulheres devessem se enquadrar em formatos estabelecidos sei lá por quem e sei lá em que período da história. Somos tudo o que quisermos ser e que nada nem ninguém nos defina.
    Que a gente ultrapasse as barreiras do: isso é de menino, isso e de menina. E que a gente comece a refletir e a questionar o motivo de cada "regra", de cada "norma", de cada determinação infundada, aliás, fundada em dominação de uns ( homens) em detrimento da subserviência de outros (mulheres). Voltando ao carnaval, nada deveria nos limitar, principalmente se tratando de uma expressão tão verdadeira e livre que é o carnaval, onde através da irreverência, da criatividade, da arte, da inovação, da alegria, expressamos tantos sentimentos, emoções e pensamentos. O ser humano se expressa de todas as formas. E que nenhuma delas seja proibida, desde que não fira a existência de alguém.
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    Que o livre arbítrio seja respeitado e que a sua prisão não condene a liberdade alheia. Se liberte e permita o "ser livre" do próximo.
  • 47 8 2 March, 2019
  • Esse #TBTdoPablo quem lembra ? 
O rapaz ficou tão feliz que escalou 😱. ( Observem : Não façam isso ) . 
Quem é dessa época e conhece esse rapaz ? 
Show top no Bahia Café Hall .

#Pablo 
#TBT 
#Soudessaepoca
  • Esse #TBTdoPablo quem lembra ?
    O rapaz ficou tão feliz que escalou 😱. ( Observem : Não façam isso ) .
    Quem é dessa época e conhece esse rapaz ?
    Show top no Bahia Café Hall .

    #Pablo
    #TBT
    #Soudessaepoca
  • 3,027 98 2 hours ago